O videogame é uma das mais rentáveis indústria do entretenimento, chegando a faturar mais do dobro do cinema anualmente. Então não é estranho o próprio cinema tentar lucrar com isso. Há muitos anos existem jogos que são feitos especialmente para os filmes, sendo lançados quase ao mesmo tempo como forma de divulgação. E antes disso, super-heróis dos quadrinhos já estavam migrando para esse nicho. Superman e Homem-Aranha, somente como exemplo, tiveram jogos no Atari. Mas sempre teve um problema crônico. Em via de regra, salvo pouquíssimas exceções, os jogos eletrônicos baseados em filmes de super-heróis eram péssimos, visto nitidamente que só existem para faturar uns trocados.

Batman – Arkham Asylum

Batman – Arkham Asylum mudou a industria do games

Mas as coisas mudaram a partir de 2009. Em 2008, o segundo filme da trilogia de Christopher Nolan chegava aos cinemas (iremos falar desta trilogia no próximo especial) e devido ao seu monstruoso sucesso, os fãs estavam esperando um jogo de videogame no mesmo nível. Mas o ano passou e o tal jogo nunca chegou, mesmo os fãs sabendo que, no máximo, poderia ser um jogo razoável. Desta vez, sem uma mentalidade capitalista e muito egoísta, o estúdio entendeu que o Homem Morcego e os fãs mereciam algo melhor. E em agosto de 2009 foi lançado o videogame de Batman- Arkham Asylum. E a indústria de videogames mudou.

Batman – Arkham Asylum foi desenvolvido pela Rocksteady Studios e publicado pela Eidos Interactive em conjunto com a Warner Bros. Interactive Entertainment e a DC Comics para PS3, XBox 360 e PC. A história foi escrita por Paul Dini, responsável pelos roteiros de Batman: A Série Animada e contava com as vozes dos mesmos dubladores da séria, Kevin Conroy (Batman) e o eterno Luke Skywalker, Mark Hamill (Coringa). Com essas adições, o jogo não poderia dar errado. E realmente não deu. Lançado em agosto de 2009, Batman- Arkham Asylum é um jogo fenomenal, que graças a suas mecânicas e jogabilidades inovadoras fez com que o jogo fosse aclamado por público e crítica, sendo vencedor de vários prêmios para videogame.

A ótima jogabilidade foi um dos trunfos do jogo

A história é levemente baseada na HQ Batman Asilo Arkham, e começa com o Batman levando o Coringa para o famoso sanatório. Quando chega ao local, o vilão é levado pela equipe do Asilo e por policiais para sua cela, mas Batman, desconfiado que alguma coisa está errada, pois o Coringa não foi um desafio, como quase quisesse ser preso, vai escoltando junto aos outros o Palhaço Príncipe do Crime. Durante esse momento, você consegue controlar o herói, embora apenas andando e olhando ao redor, sem poder fazer nada mais que isso. E os diálogos vão acontecendo e os créditos aparecem como nas séries ou filmes. Depois de um tempo o Coringa se liberta e a ação começa, porém não para fugir de Arkham, mas sim para ir mais para dentro do sanatório. Nesse momento, podemos começar a jogar realmente. Os detentos estão soltos e você precisa lutar com eles. Na verdade, esses pacientes do sanatório servem como tutorial para você aprender a mecânica do jogo. E aí você percebe como o jogo é diferente de tudo que foi feito antes disso.

Nos jogos lançandos antes de Arkham Asylum, a dificuldade para jogar, principalmente que envolvesse lutas, era muito grande. Vários botões, mexidas nas alavancas, tudo atrapalhava o aprendizado. Mas esse jogo mudou isso para apenas um toque em dois botões. Um para defender e outro para atacar. Lógico que não é somente dois botões a serem usados durante todo o jogo, você usa todos os 16 botões do controle. A diferença é que eles são bem intuitivos e após uma hora de jogo você já controla todas as mecânicas do Batman. Mas você precisa evoluir o Cavaleiro das Trevas, ou seja, melhorar seus golpes, sua armadura e também suas armas e gagtes. E isso é muito importante para a evolução da aventura, visto que sem evoluir tudo isso, você irá acabar empacado em algum ponto.

Gráficos de primeira, também fizeram a fama do jogo. O jogo era tanto stealth quanto de luta. A cobertura era uma das melhores dos videogames

E o jogo consegue fazer o que nenhum jogo de super-herói conseguia até então, e você realmente se sente o Batman. Você não está jogando com o morcego, você pensa como o morcego, toda a ação é para você realmente se sentir como o Batman. Deste você socando, até pendurando os vilões de cabeça para baixo amarrados em gárgulas, o jogo deixa você imersivo totalmente.

A história, como já dito, é o motor do jogo, com cada personagem tendo um papel bem definido, que conduz a história de forma poucas vezes vista. Nenhum personagem está ali apenas para decoração, todos são importantes, ou para você avançar no jogo ou para te dar informações sobre o universo Arkham. É como estivesse assistindo um ótimo filme do Morcego, ou a série animada de Bruce Timm. O embate de Batman com o Coringa é mais psicológico que físico, demostrado de forma magistral pelos dubladores Kevin Conroy e Mark Hamill. O Coringa é fantástico e sua loucura é demostrada toda vez que Hamill fala ou ri durante o jogo.

E durante a aventura, Batman precisa evoluir seus golpes e armas. Você fica cada vez mais satisfeito ao conseguir mais XP, e novos golpes mostram coreografias diferentes, fazendo Batman ficar mais fluído em seus combos. E mais poderoso. Mas o jogo não fica mais facil, pois os criminosos também evoluem bastante.

As lutas são ótimas, com fluidez e agilidade. Batman enfrenta vários criminosos ao mesmo tempo

Batman- Arkham Asylum foi o divisor de águas tanto para os jogos de super-heróis, quanto para a indústria como um todo, que mostrou que os jogos de heróis poderiam ter qualidade. Além de fazer as mecânicas usadas no game serem copiadas por todos outros estúdios e quando não, usadas como base para novas jogabilidades.

Batman – Arkham City

Batman Arkham City eleva o jogo a um novo nível

Após o grande fenômeno que se tornou Arkham Asylum, os fãs estavam ansiosos pelo retorno do Batman. E em outubro de 2011, chegava Batman – Akrham City, para PS3, Xbox 360 e PC. Aqui o jogo ficou maior e melhor. Dessa vez, Batman tinha uma cidade inteira para explorar, com a evolução das mecânicas, melhora na jogabilidade, novos gagtes, novos armamentos e várias missões secundarias. Realmente o jogo foi elevado a décima potência, além de conseguir colocar ainda mais vilões, como o próprio Coringa, o Pinguim, o Duas-Caras etc. E mais uma vez os roteiristas conseguiram fazer com que cada personagem, principalmente os vilões, tivessem um papel importante na história, nada foi gratuito. E também temos a adição de novos aliados. Se em Arkham Asylum temos o Comissário Gordon, o qual temos que salvá-lo algumas vezes, e também a Oráculo que nos passa algumas informações via rádio, embora ela não apareça. E em Arkam City temos a Mulher-Gato e Robin. A Mulher-Gato se torna uma personagem jogável com uma história própria a partir de uma DLC que vinha com o jogo. Já Robin estava lá só para ajudar a contar a história, sem termos como jogar com ele.

A história é uma continuação direta de Arkham Asylum. O diretor Sharp acabou ficando com a fama pelo fim da rebelião no Arkham que o Batman impediu e se tornou o prefeito de Gotham. Então transformou uma parte da cidade em uma prisão em céu aberto, com muros que separavam os detentos do resto da cidade. Eles não estavam presos exatamente, embora não pudessem sair de lá, eles estavam soltos para fazerem o que quisessem uns com os outros. Mas Batman não concorda com isso e como Bruce Wayne, ele se deixa prender para poder entrar em Arkham City e o jogo começa a partir daí.

Em Arkham City, a prisão é parte da cidade. Então o mapa ficou muito maior.

Além da ótima história, a jogabilidade consegue ser mais fluída que o jogo anterior, com melhoras gráficas a olhos vistos. Mas ter colocado a cidade como cenário foi a decisão mais acertada, pois deu uma nova dinâmica ao jogo, mudando muito de um jogo para o outro. Agora o arpão também deve ser atualizado para nos dar impulsos cada vez maiores, fazendo que voemos sobre a cidade. Você vira quase o Superman para ir de uma ponta a outra da cidade. Pois o mapa é enorme e planar é o único meio de você não demorar muito para chegar onde precisa. E tem muito mais criminosos para você lutar. A quantidade chega a ser algo em torno de uns 20 ou 30 em uma única tela, algo absurdo para a época para um console, e não havia travamento, o que já é algo para se destacar. Os combos ficaram mais bonitos de se ver, além de muito mais funcionais.

Você começa com todo o equipamento do jogo anterior, mas além de atualizá-los, outros precisam ser adquiridos. Novidades não faltam no jogo. Os chefes de fase são muito mais difíceis, onde cada vilão precisa de uma estratégia específica para ser vencido.

Batman ganha mais golpes e a quantidade de inimigos cresceu exponencialmente

Jogar com a Mulher Gato é bem diferente de jogar com o Batman. Você joga com ela em uma história própria, e você sente ela bem mais leve e agil que o Morcego. Ela realmente não é uma versão feminina dele, ela tem características e personalidade própria. Assim como Batman tem sua visão modo detive, ela tem uma visão parecida, o que é uma mão na roda para ver através de paredes.

E diferente do primeiro jogo, Batman tem missões secundárias que embora sejam independente da missão principal, são complementares. Em algumas destas missões é necessário usar o modo detetive, para descobrir quem cometeu assassinatos em Arkham City, ou para encontrar um vilão que se enconde lá, ou para você achar o esconderijo de Victor Zsasz e por aí vai. Você também tem que vencer os desafios do Charada, que agora são mais físicos que no jogo anterior. Enquanto em Arkham Asylum você só tinha que descobrir as charadas nas paredes, em Arkham City, além disso, você precisa salvar os policiais que foram sequestrados por ele, desvendando suas charadas, além de salvá-los das armadilhas feitas pelo vilão.

A Mulher Gato é uma personagem jogável, tendo uma história própria, mas em DLC

O game teve outra DLC além da Mulher Gato, a Vingança de Arlequina, onde a vilã é a principal antagonista, com o Robin sendo o protagonista. Neste DLC, o Robin precisa encontrar o Batman, que foi preso pela vilã em uma siderúrgica de Arkham City. Além dos DLCs, o jogo também tem os desafios, que não têm ligações diretas com a história principal, trata-se, pois, de um modo onde precisamos cumprir tarefas, como lutar até acabar o tempo, ou usar o modo predador para, sem ser visto, derrotar todos os criminosos antes do tempo acabar etc.

O embate com o Coringa permeia todo o jogo, mesmo que o Batman tenha que enfrentar uma galeria enorme dos seus vilões, é o Palhaço que comando o jogo, dando ao herói cada vez mais trabalho para concluir este game. Há muitas reviravoltas, dignas das melhores histórias de detetives do Morcego, com seus vilões clássicos. E junto com um final surpreendente, Arkham City é uma obra-prima dos videogames.

Batman – Arkham Knight

Arkham Knight foi direto para os consoles da nova geração

Em outubro de 2013, um novo jogo do Batman foi lançado para PS3, Xbox 360 e PC, chamado Batman – Arkham Origins, mas não era um jogo feito pela Rocksteady, mesmo que usasse seu motor gráfico e estivesse no universo de Arkham. Mas a história se passava antes de Arkham Asylum, com o Batman tendo começada a carreira a dois anos, ele ainda não tinha enfrentado a sua galeria de vilões. O responsável pelo jogo foi a Warner Bros. Montreal, e não contou com os dubladores Kevin Conroy e Mark Hamill, dessa vez o Batman sendo dublado por Roger Craig Smith. O jogo, embora mantenha a qualidade da série Arkham, foi considerado mais uma expansão de Arkham City do que um jogo próprio, pois não apresentou nenhum evolução, nem gráfica, nem mecânica, ficando fora das ediçoes especiais que juntavam toda a série. A verdade é que o jogo foi feito mais para preparar os fãs para a continuação direta de Arkham City, Batman – Arkham Knight.

Antes de Arkham Knight, veio Arkham Origins, para os consoles da geração passada. Foi um jogo para prepara os fãs para Arkham Knight

Finalmente em junho de 2015 foi lançado o terceiro jogo do Batman pela Roksteady, Batman – Arkham Knight, dessa vez sendo lançado para a nova geração de videogames, PS4, Xbox One e PC. Com novo motor gráfico e com um console muito mais poderoso, o jogo novamente evoluiu, respeitando a regra que deu muito certo na série, quanto maior, melhor. Além do salto gráfico, as mecânicas foram melhoras, a jogabilidade sofreu um sensível melhora e os desafios cresceram. Além de novos desafios, novos vilões e o retorno de outros, o maior acréscimo ao jogo foi a introdução do Batmóvel. O veículo é um personagem próprio, com seus próprios desafios, tanto na aventura principal, quanto em várias missões secundárias e vastos desafios. Embora tenha tido o retorno dos dubladores consagrados, Kevin Coroy e Mark Hamill, o destaque é que dessa vez o jogo foi dublado em português, o que acabou se tornando uma tendência na maioria dos jogos lançados para os consoles da nova geração. E os personagens foram dublados pelos mesmos que fizeram a dublagem da trilogia do Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan.

Mais uma vez o game é elevado a novos níveis. A nova geração de consoles foi capaz de fazer o jogo de forma que não poderia ser possível na geração passada. Agora o jogador poderia trocar, durante determinadas lutas, de personagens.

A nova história coloca o Espantalho, que teve uma participação em Akham Asylum, como o vilão principal. Ele espalha pela cidade de Gotham sua toxina do medo e desse modo toda a população foge, ficando somente a polícia e os criminosos na cidade. E lógico, o Batman. Apenas uma nota, pois achamos que seria muito mais interessante se houvesse inocentes na cidade, pois assim o jogo poderia ser mais dramático e com um nível de urgência maior. Mas foi escolha da produtora e em nenhum momento isso desabona seu impecável trabalho.

Novamente o Morcego deve impedir os vilões de tomarem a cidade. Só que aparece um novo vilão, que está ajudando o Espantalho, o Cavaleiro de Arkham. A identidade dele é um mistério que deve ser resolvido durante a maior parte do jogo. Ele conhece muito bem o Batman, conhece suas habilidades e tem contra-medidas para elas.

Dessa vez, Batman realmente usa uma armadura hi-tec. Mas ela não é apenas estética, possui habilidades especiais

Como é uma regra na série, Batman tem todo o seu equipamento, além de conseguir novos e atualizá-los, assim como suas habilidades e também o Batmóvel. E falando em equipamento, a evolução de Arkham City para esse jogo é brutal. O traje, que parece que é uma armadura forrada com o uniforme dessa vez é uma traje bem tecnológico, com partes móveis e proteção bem parecidas com o traje do filme Batman – O Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan. Sua máscara é bem hi-tec, não é de borracha como os jogos anteriores. A tecnologia passou a ser de realidade aumentada, hologramas e afins. E seu modo detetive aproveitou uma novidade do jogo Arkham Origins, a tecnologia de refazer cenas dos crimes. E é muito divertido.

Batman, graças ao novo traje, ganha uma função nova e muito útil, o Golpe Multi-Intimidação, em que, quando é ativado, o tempo para por alguns segundos e aí o jogador escolhe quais inimigos serão abatidos e aí, mais rápido que os criminosos podem se defender, Batman os derruba um a um. Só que o número que o Morcego pode atacar é limitado e você deve evoluir esse golpe até atingir o número máximo maior. Começa com três e você vai evoluindo o golpe até chega a cinco. Mas os equipamentos também é agora bem maior. Além das armas que você já possui, as novas são fundamentais para seguir na história, como anulador de radar e bombas, sintetizador de voz e etc. Mesmo que agora você tenha o Batmóvel com opção de locomoção, o arpão evoluiu muito, fazendo que você realmente voe pela cidade. Você consegue avançar bem longe pela cidade com ele.

Dessa vez o jogador tem a disposição deste o inicio do jogo o Batmóvel. Além de carro de corrida, ele se transforma em um tanque de guerra.

E falando em cidade, dessa vez você tem toda Gotham City para se mover. Você pode ir para Empresas Wayne para atualizar equipamentos, usa a Delegacia de Gotham como uma base junto com Gordon e os policiais, e outros tantos cenários que faz esse mapa ser o maior de todos os jogos da franquia. A cidade é enorme e não falta criminoso para o Batman baixar o sarrafo. Mas não foi só o herói e seus equipamentos que evoluíram. Os criminosos possuem inteligência melhorada, ou seja, eles não serão pegos do mesmo jeito duas vezes, andaram sempre em grupo, acharão o herói muito mais rapidamente. E seus equipamentos são bem melhores. Além do radar, do embaralhador de visão de detetive, agora eles tem um médico que recupera os parceiros caídos. Então o ideal é derrubá-los primeiro. Mas não pense que será fácil. Além disso, tem alguns com roupas especiais que você não detecta na visão de detetive, ou seja, o Batman fica cego contra eles. O bom é que você consegue dar um curto nesta roupa com seu anulador de bombas, mas é limitado, se houver mais de três, você terá que esperar um bom tempo até a arma recarregar. E tem os brutamontes também, que além de serem muito fortes e resistentes, possuem armas das mais variadas, deste escudos até adagas elétricas.

E como desafio pouco é bobagem, agora o herói precisa enfrentar um enorme número de drones, tanto terrestres quanto aéreos. Além de várias células blindadas dos mercenários onde o Batman deve derrubá-las, após enfrentar os criminosos que estão lá. Mas não se preocupe (muito), pois para isso temos o Batmóvel.

Criado para o jogo, o Cavaleiro de Arkham parece saber muito sobre a história do Batman

E como ele é útil, além de ser prazeroso de dirigi-lo. O veículo é, como já disse, um personagem independente. Você o controla até por controle remoto, o que é muito útil, embora tenha uma distância máxima, passou disso, automaticamente você perde o controle. Mas aí é só acioná-lo novamente, que ele irá aparecer mais perto. E não importa onde você esteja, ao chamá-lo, ele irá até você, deste que o Batman tenha abaixado a ponte entre varias partes da cidade. E há varias distritos que você deve baixar a ponte para poder usar seu carro. Além de correr como um carro de corrida, você ativa o nitro e o veículo corre ainda mais rápido. Há muito o que fazer com ele, como correr atrás dos veículos dos vilões, atirar em perseguições contra os veículos armados dos mercenários, além de enfrentar drones e sem falar nos inúmeros desafios do Charada, que ele fez especialmente para destruir o Batmóvel. O carro tem dois modos, como corrida e mesmo assim atirá mísseis durante a persguição ou em modo tanque, em que perde velocidade, na verdade ele só anda, mas fica muito mais versátil em mobilidade, além de poder usar todo o poder de fogo do veículo. Ninguém irá criticar por você não querer sair do Batmóvel.

Exite missões exclusivas para jogar com Batman e Mulher Gato e o jogador pode trocar de personagem a qualquer momento durante essas missões

Outra novidade no jogo é o modo Dual Play, onde em determinados combates durante a história, você tiver a parceria de um dos outros personagens, como o Robin e Asa Noturna e até a Mulher Gato. Quando estiver lutando, você pode trocar de personagem, e há uma barra de energia que quando enche você pode combinar uma finalização entre esses personagens. Ajuda muito principalmente porque você enfrenta uma horda de criminosos. E ninjas, e robos e mercenários. Não tem fim a quantidade de criminosos.

Mesmo com vários vilões durante a campanha principal além das missões secundárias, o jogo ainda ganhou vários DLCs, um deles sendo missões secundárias contra quatro dos seus piores vilões. Outros foram desafios, onde você joga com vários outros personagens, como Robin, Asa Noturna, Arlequina, etc. E vários skins para os principais personagens, como Batman, Mulher Gato, Robin, Asa Noturna e até para o Batmóvel.

Desde o primeiro o jogador já se sentia o Batman. Mas em Arkham Knight, a experência é mais completa

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